205 resultados encontrados
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| FELIPE RIBEIRO LEMOS | [email protected] |
O presente artigo analisa a Previdência Social brasileira à luz da teoria dos direitos fundamentais, buscando demonstrar sua natureza de direito fundamental de cunho social e seu papel na concretização da dignidade da pessoa humana. Partindo de uma revisão teórica sobre direitos fundamentais, especialmente os direitos sociais, examina-se o tratamento constitucional da Previdência Social na Constituição Federal de 1988, sua inserção no sistema de seguridade social e a interdependência com outros direitos fundamentais. Em seguida, discute-se a eficácia jurídica, bem como os limites impostos pela reserva do possível, pela responsabilidade fiscal e pela sustentabilidade atuarial do sistema. Por fim, o estudo destaca a necessidade de interpretação da legislação previdenciária em conformidade com a Constituição e com o princípio da máxima efetividade dos direitos fundamentais, de modo a compatibilizar equilíbrio financeiro, proteção social e promoção da justiça social.
Previdência Social. Direitos fundamentais. Direitos sociais. Constituição Federal de 1988. Dignidade da pessoa humana.
| Autores(as) | |
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| INGRID ANDRADE PEREIRA | [email protected] |
A consolidação do processo judicial eletrônico no Brasil representa uma das mais significativas transformações do Poder Judiciário nas últimas décadas. Embora tenha proporcionado avanços como celeridade, transparência e redução de custos, a digitalização também trouxe novos desafios ao direito fundamental de acesso à justiça, especialmente para grupos em situação de vulnerabilidade social e tecnológica. Este trabalho analisa os impactos da informatização do Judiciário sob a ótica da inclusão e exclusão digital, abordando o princípio da dignidade da pessoa humana e a necessidade de políticas públicas voltadas à equidade tecnológica. Utilizando pesquisa bibliográfica e documental, foram examinados marcos normativos, relatórios do CNJ e dados do IBGE. Conclui-se que a transformação digital da justiça, para ser efetiva e democrática, deve ser acompanhada de medidas de inclusão digital, capacitação cidadã e fortalecimento institucional da Defensoria Pública, de modo a garantir que a tecnologia atue como instrumento de democratização, e não de exclusão do acesso à justiça.
Acesso à Justiça, Processo Eletrônico, Inclusão Digital, Exclusão Digital, Dignidade da Pessoa Humana
| Autores(as) | |
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| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A aprendizagem personalizada, potencializada pela Inteligência Artificial (IA), representa uma mudança de paradigma no ensino contemporâneo, prometendo adaptar o conteúdo e o ritmo de instrução às necessidades individuais dos alunos. No entanto, a compreensão abrangente de suas implicações pedagógicas e cognitivas ainda é um campo em evolução. Este estudo realizou uma revisão sistemática da literatura para sintetizar os avanços recentes e identificar lacunas de pesquisa. A busca foi conduzida em bases de dados acadêmicas, utilizando termos como “aprendizagem personalizada”, “inteligência artificial” e “educação”. Foram incluídos estudos que abordam a aplicação da IA na personalização do ensino e suas consequências para o processo de aprendizagem. Os achados revelam que a IA facilita a adaptação curricular, o feedback individualizado e a identificação de padrões de aprendizagem, com base em teorias como construtivismo e autodeterminação. Contudo, desafios como a necessidade de modelos causais e a integração culturalmente responsiva persistem. Conclui-se que, embora a IA ofereça um potencial transformador para a personalização da educação, sua implementação eficaz exige uma abordagem multifacetada que considere não apenas os avanços tecnológicos, mas também as complexas interações pedagógicas e cognitivas, abrindo caminho para futuras investigações sobre a validação empírica de modelos causais e a ética na coleta de dados.
Aprendizagem Personalizada; Inteligência Artificial; Educação; Implicações Pedagógicas; Implicações Cognitivas
| Autores(as) | |
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| ALINE DOS SANTOS | Não informado |
| EDNA FRANSKOVIAKI LIMA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| PATRÍCIA ESPANHOL CABRAL | [email protected] |
Diante do atual cenário demográfico e epidemiológico, observa-se um aumento de indivíduos com potencial necessidade de cuidados paliativos. Diversos instrumentos têm auxiliado na identificação desses casos na Atenção Primária à Saúde, especialmente entre pessoas com doenças oncológicas, destacando a importância de analisar os desafios dos enfermeiros nos cuidados paliativos domiciliares a pacientes oncológicos, identificando estratégias que promovam a qualidade do atendimento, o conforto do paciente e o suporte familiar. O presente estudo, trata-se de uma revisão bibliográfica realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) via PubMed, Base de Dados de Enfermagem (BDENF) e Scientific Electronic Library Online (SciELO), utilizando os descritores: Cuidados paliativos, Atenção primaria a saúde, Assistência domiciliar, Oncologia. utilizando o operador booleano “AND” Conclui-se a relevância da presença de profissionais de enfermagem qualificados e comprometidos com os cuidados paliativos na Atenção Primária à Saúde.
Cuidados paliativos; Atenção primaria a saúde; Assistência domiciliar; Oncologia.
| Autores(as) | |
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| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A crescente digitalização da educação oferece oportunidades sem precedentes para aprimorar a acessibilidade e a qualidade do ensino, mas também exacerba desigualdades existentes se não for abordada com equidade. Este artigo investiga o papel da Inteligência Artificial (IA) como um catalisador para reduzir as disparidades educacionais globais. Utilizando uma revisão sistemática da literatura, foram analisados estudos publicados entre 2011 e 2026 em bases de dados acadêmicas, focando em como a IA pode promover a personalização, a eficiência e a inclusão no ambiente educacional. Os achados revelam que a IA tem o potencial de oferecer aprendizado adaptativo, automatizar avaliações e fornecer feedback personalizado, elementos cruciais para atender às diversas necessidades dos alunos e, assim, mitigar o fosso educacional. No entanto, o estudo também destaca desafios significativos relacionados à infraestrutura digital, à capacitação de educadores e às considerações éticas da IA. Conclui-se que, embora a IA represente uma ferramenta poderosa para a equidade educacional, seu sucesso depende de políticas públicas robustas, investimentos em infraestrutura e uma abordagem ética e inclusiva para sua implementação, garantindo que os benefícios sejam distribuídos equitativamente e não aprofundem novas formas de exclusão digital.
Educação Digital; Equidade Educacional; Inteligência Artificial; Desigualdades Globais; Aprendizagem Personalizada
| Autores(as) | |
|---|---|
| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A educação contemporânea enfrenta o desafio de expandir o acesso a oportunidades de aprendizagem de alta qualidade, superando barreiras geográficas, socioeconômicas e pedagógicas. Neste contexto, o ensino híbrido, que combina modalidades presenciais e online, emerge como uma estratégia promissora, especialmente quando potencializado pela inteligência artificial (IA). Este artigo apresenta uma revisão sistemática da literatura para investigar como a integração da IA no ensino híbrido contribui para a democratização e aprimoramento da educação. A metodologia envolveu a busca em bases de dados acadêmicas, focando em estudos que abordam a intersecção entre IA, ensino híbrido e acesso educacional. Os achados revelam que a IA facilita a personalização do aprendizado, oferece feedback adaptativo e automatiza tarefas administrativas, liberando educadores para um suporte mais focado. Além disso, sistemas baseados em IA demonstram capacidade de recomendar percursos de aprendizagem e adaptar conteúdos, tornando a educação mais acessível e engajadora para diversos perfis de alunos. Conclui-se que a sinergia entre ensino híbrido e IA possui um potencial transformador para expandir significativamente o acesso à educação de qualidade, mas requer atenção a desafios éticos e de implementação para garantir equidade e eficácia.
ensino híbrido; inteligência artificial; acesso à educação; educação de qualidade; personalização da aprendizagem
| Autores(as) | |
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| ALLYNE APARECIDA DIAS DA SILVA CASTRO | Não informado |
| QUÉREN GABRIELE CUNHA SILVA | Não informado |
| SAMYLLY DOS SANTOS SANTANA | Não informado |
Os eventos adversos (EA) em serviços de saúde representam riscos significativos tanto para pacientes quanto para profissionais. Quando ocorrem, podem gerar danos físicos, emocionais e sociais, sendo o paciente a “primeira vítima” e o trabalhador da saúde, envolvido no evento, a “segunda vítima”. Compreender as manifestações apresentadas por profissionais de saúde frente aos eventos adversos e mapear as estratégias de apoio disponíveis para aqueles que vivenciam a condição de segunda vítima. A revisão integrativa da literatura, baseada em seis artigos publicados entre 2020 e 2025, identificou dois eixos principais: manifestações da segunda vítima e programas de apoio institucional. Os estudos evidenciaram altos índices de sofrimento emocional, estresse, ansiedade, insônia, insegurança profissional e burnout entre os profissionais envolvidos em EA. Grande parte desconhece protocolos institucionais de suporte, sendo comum o medo de punição. Os achados reforçam a necessidade de políticas institucionais que priorizem o apoio às segundas vítimas, de modo a reduzir os danos psicológicos e fortalecer a segurança do paciente. Programas de suporte precoce e contínuo, aliados a ações de capacitação e acompanhamento psicológico, promovem ambientes de trabalho mais saudáveis, diminuem o risco de reincidência de erros e aumentam a satisfação profissional.
profissionais da saúde, gestão de riscos, segunda vítima, eventos adversos
| Autores(as) | |
|---|---|
| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A inclusão educacional é um pilar fundamental para o desenvolvimento social e a equidade, enfrentando desafios persistentes na garantia de acesso e qualidade para populações vulneráveis. Este estudo aborda a interseção entre inteligência artificial (IA) e inclusão educacional, investigando como a IA pode criar oportunidades para esses grupos. Através de uma revisão sistemática da literatura, foram analisados estudos publicados em bases de dados acadêmicas, com foco em intervenções, desafios e perspectivas futuras. Os achados revelam que a IA oferece ferramentas promissoras para personalização do ensino, acessibilidade e apoio pedagógico, especialmente para idosos com condições neuromusculares (Valencia-Londoño et al., 2025) e na promoção da inclusão digital (Vallejo et al., 2025). No entanto, a implementação da IA na educação requer uma abordagem crítica, destacando a necessidade de responsabilidade algorítmica para mitigar vieses e garantir equidade (Porayska-Pomsta & Rajendran, 2019). Conclui-se que a IA tem o potencial de revolucionar a inclusão educacional, mas seu sucesso depende de um design ético, políticas robustas e uma compreensão aprofundada das necessidades das populações vulneráveis, transformando dinâmicas pedagógicas e sociais do aprendizado (Vallejo et al., 2025).
Inteligência Artificial; Inclusão Educacional; Populações Vulneráveis; Equidade Digital; Responsabilidade Algorítmica
| Autores(as) | |
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| CAROLINA SOUZA XAVIER | Não informado |
| JONATAS HAMIDEN | Não informado |
O presente artigo aborda as infecções ortopédicas no contexto hospitalar, com foco na atuação da enfermagem na prevenção, controle e tratamento dessas complicações. As infecções ortopédicas podem ser classificadas como agudas ou crônicas, e sua origem pode ser endógena ou exógena. O artigo analisa os fatores de risco associados à ocorrência dessas infecções, incluindo comorbidades e condições do sistema imunológico dos pacientes, e enfatiza a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado para evitar complicações graves. A atuação da equipe de enfermagem é destacada como fundamental na implementação de medidas preventivas, como a higiene das mãos, o controle rigoroso de infecção, e o monitoramento contínuo dos pacientes. O Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) também desempenha um papel essencial, oferecendo suporte na elaboração e acompanhamento de protocolos assistenciais que garantem a segurança do paciente. Este estudo enfatiza a importância da educação contínua dos profissionais de saúde e da adesão a protocolos baseados em evidências científicas para melhorar a qualidade assistencial e reduzir a incidência de infecções ortopédicas, contribuindo para a recuperação mais rápida e segura dos pacientes.
infecção ortopédica; prevenção; controle de infecção; enfermagem; protocolos assistenciais.
| Autores(as) | |
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| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A desigualdade educacional persiste globalmente, acentuada em regiões periféricas e rurais pela escassez de recursos e infraestrutura. Este estudo explora o potencial da Inteligência Artificial (IA) como ferramenta para democratizar o acesso à educação nesses contextos, analisando suas oportunidades e desafios. Utilizando uma abordagem de revisão crítica da literatura, foram examinados estudos recentes que abordam a integração da IA na educação, com foco em equidade e inclusão. Os achados revelam que a IA pode oferecer personalização do aprendizado, acesso a recursos educacionais de alta qualidade e suporte pedagógico adaptativo, superando barreiras geográficas e socioeconômicas. Contudo, a implementação da IA não está isenta de desafios, incluindo a necessidade de infraestrutura digital robusta, formação de educadores e considerações éticas para evitar a amplificação de desigualdades existentes. Conclui-se que, embora a IA apresente um potencial transformador para a democratização educacional, seu sucesso depende de políticas públicas inclusivas, desenvolvimento de tecnologias adaptadas e uma abordagem ética e responsável para garantir que a tecnologia sirva como um catalisador para a equidade, e não como uma nova barreira. Este trabalho contribui para a compreensão das nuances da IA na educação, oferecendo insights para formuladores de políticas e educadores.
Inteligência Artificial; Educação; Democratização do Acesso; Regiões Rurais; Inclusão Digital
| Autores(as) | |
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| INGRID ANDRADE PEREIRA | [email protected] |
| YOLLE KELLER PERUHYPE | [email protected] |
O presente artigo tem como objetivo analisar a situação da mulher no sistema prisional brasileiro, abordando seu perfil sociodemográfico, os principais delitos cometidos e as particularidades da execução penal feminina. A pesquisa, de caráter qualitativo e baseada em revisão bibliográfica, busca compreender as dimensões sociais, jurídicas e humanas do encarceramento feminino, destacando a influência de fatores como desigualdade social, raça, gênero e pobreza na criminalização das mulheres. Observa-se que, embora representem uma minoria no sistema penitenciário, as mulheres encarceradas vivenciam condições de vulnerabilidades acentuadas, refletindo um contexto de seletividade penal e ausência de políticas públicas eficazes. O estudo evidencia a necessidade de políticas prisionais mais equitativas e humanizadas, voltadas à garantia dos direitos e à reintegração social das mulheres privadas de liberdade.
Encarceramento feminino, Sistema prisional, Desigualdade social, Gênero
| Autores(as) | |
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| FLAMARION RIBEIRO DE SOUZA | [email protected] |
| FREDERICO CERQUEIRA BARBOSA | [email protected] |
| GEOVANA SILVEIRA SOARES LEONARDE | [email protected] |
| JULIA OLIVEIRA MENDES | [email protected] |
| PEDRO EMÍLIO AMADOR SALOMÃO | [email protected] |
| PRISCILA CORRÊA CAVALCANTI | [email protected] |
| RITA DE CÁSSIA PEREIRA ALVES | [email protected] |
| RODRIGO DE CARVALHO HOTT | [email protected] |
| RAFAEL PEREIRA LUIZ | [email protected] |
| REJANE GOECKING BATISTA PEREIRA | [email protected] |
| ROBERTA ALMEIDA ELIOTE LAUAR | [email protected] |
| SARA CRISTINA HOTT | [email protected] |
| SIMONE ALVES MARTINS | [email protected] |
| TAINÁ SANTOS TEIXEIRA | [email protected] |
| THALLES DA SILVA CONTÃO | [email protected] |
| THANIGGIA PETZOLD FONSECA | [email protected] |
| WALLACE SILVA DE SOUZA | [email protected] |
| WERNER KRIEBEL | [email protected] |
A evasão escolar representa um desafio persistente e multifacetado em sistemas educacionais globalmente, impactando negativamente o desenvolvimento individual e social. A aplicação de técnicas de machine learning (ML) surge como uma abordagem promissora para identificar proativamente estudantes em risco de abandono, permitindo intervenções direcionadas. Este estudo apresenta uma revisão sistemática da literatura para analisar o estado da arte na modelagem preditiva da evasão escolar utilizando ML. A metodologia envolveu uma busca abrangente em bases de dados acadêmicas, com critérios rigorosos de inclusão e exclusão, resultando na análise de dez estudos relevantes. Os achados principais revelam a predominância de algoritmos de ML supervisionados, como Redes Neurais Artificiais (MLP), Random Forest e XGBoost, na previsão do desempenho acadêmico e da retenção estudantil. A seleção de características (feature selection) é identificada como um passo crítico para aprimorar a acurácia dos modelos, e a utilização de dados administrativos e de comportamento de aprendizagem online demonstra ser eficaz. Conclui-se que a modelagem preditiva com ML oferece um potencial significativo para aprimorar as estratégias de retenção estudantil, embora desafios relacionados à interpretabilidade dos modelos e à integração de dados heterogêneos persistam. A pesquisa futura deve focar na validação temporal e na implementação de sistemas multiagentes para automação da pesquisa em mineração de dados educacionais.
machine learning; evasão escolar; educação; modelagem preditiva; mineração de dados educacionais
| Autores(as) | |
|---|---|
| ALINE ROEPKE LOSS CORREIA | [email protected] |
| CLEIDE APARECIDA ALVARENGA DA VITÓRIA | Não informado |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| JULIANO KÁCIO ZORZAL | [email protected] |
A farmácia clínica tem se consolidado como um componente fundamental para a segurança do paciente e para o uso racional de medicamentos, principalmente diante da crescente complexidade terapêutica observada nos serviços de saúde. Estudos recentes demonstram que os eventos adversos relacionados a medicamentos persistem como um dos principais desafios da assistência, contribuindo para internações evitáveis, aumento da morbimortalidade e elevação de custos institucionais. A literatura aponta que grande parte desses eventos poderia ser evitada mediante intervenções estruturadas, como conciliação medicamentosa, revisão sistemática de prescrições, monitoramento farmacoterapêutico e ações de educação em saúde. A atuação multiprofissional, com participação ativa do farmacêutico clínico, tem se mostrado eficaz para reduzir erros de prescrição, identificar interações medicamentosas, promover ajustes terapêuticos e melhorar a adesão ao tratamento. Evidências indicam que essa prática traz benefícios tanto em hospitais quanto na atenção primária e em serviços de longa permanência, especialmente em populações vulneráveis como idosos, neonatos e pacientes polimedicados. Além disso, o fortalecimento de sistemas de notificação e vigilância, como o Vigimed, reforça a necessidade de integrar o farmacêutico às estratégias institucionais de monitoramento de riscos. Assim, compreender o impacto da farmácia clínica sobre a prevenção de eventos adversos contribui para aprimorar processos assistenciais, fortalecer políticas de segurança e promover um cuidado mais qualificado, resolutivo e centrado no paciente.
Farmácia clínica; segurança do paciente; eventos adversos; farmacoterapia; vigilância em saúde.
| Autores(as) | |
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| ALINE ROEPKE LOSS CORREIA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| JULIANO KÁCIO ZORZAL | [email protected] |
| RAFAELA TEIXEIRA SCHNEIDER | Não informado |
O Diabetes Mellitus tipo 2 constitui uma das condições crônicas de maior impacto sobre a saúde pública, caracterizando-se por elevada prevalência, múltiplas complicações e importante carga socioeconômica. Nesse cenário, a atuação do farmacêutico clínico tem se destacado como estratégia essencial para otimizar o manejo terapêutico, fortalecer a adesão medicamentosa e reduzir a ocorrência de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos. Este estudo, conduzido como revisão narrativa da literatura, analisou evidências nacionais e internacionais sobre o papel desse profissional no acompanhamento de pacientes com diabetes tipo 2, destacando intervenções clínicas, educativas e colaborativas que contribuíram para melhores desfechos clínicos. Os resultados demonstram que o farmacêutico exerce influência significativa sobre parâmetros como controle glicêmico, segurança terapêutica, prevenção de complicações e percepção de qualidade de vida. Além disso, programas de cuidado farmacêutico mostraram impacto positivo sobre a racionalização de recursos, redução de hospitalizações evitáveis e aprimoramento da comunicação entre profissionais e pacientes. Observou-se ainda que ações educativas ampliam o entendimento do indivíduo sobre sua condição de saúde e fortalecem práticas de autocuidado, especialmente em populações vulneráveis. Conclui-se que a consolidação da farmácia clínica representa um componente estratégico para o enfrentamento do Diabetes Mellitus tipo 2, reforçando a importância de políticas públicas, protocolos institucionais e capacitação contínua que assegurem sua plena integração às equipes multiprofissionais.
Farmacêutico clínico; Diabetes Mellitus tipo 2; atenção farmacêutica; adesão ao tratamento; segurança terapêutica.
| Autores(as) | |
|---|---|
| ALINE ROEPKE LOSS CORREIA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| JULIANO KÁCIO ZORZAL | [email protected] |
| LUAN DE OLIVEIRA PINHEIRO | Não informado |
O presente trabalho tem como objetivo analisar o papel do farmacêutico na Atenção Primária à Saúde (APS), destacando suas contribuições, perspectivas e desafios na promoção do cuidado integral no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter bibliográfico, fundamenta-se em estudos recentes publicados entre 2021 e 2025, contemplando diretrizes e políticas públicas que regem a atuação farmacêutica. Os resultados apontam que a inserção do farmacêutico nas equipes multiprofissionais da APS tem se consolidado como componente essencial para o fortalecimento da integralidade e da resolutividade do cuidado. Verificou-se que o profissional exerce papel estratégico na promoção da saúde, no uso racional de medicamentos, na prevenção de doenças e na melhoria da adesão terapêutica. Entretanto, persistem desafios significativos, como a falta de infraestrutura adequada, a sobrecarga de trabalho e o reconhecimento insuficiente de sua função clínica e educativa. Conclui-se que o fortalecimento da prática farmacêutica depende do investimento em políticas públicas de valorização profissional, da ampliação da formação clínica e da integração efetiva entre os diferentes níveis de atenção. O estudo evidencia, portanto, a relevância do farmacêutico como agente de transformação e cuidado no âmbito do SUS, contribuindo para um sistema de saúde mais equitativo, humanizado e centrado nas necessidades da população.
Atenção Primária à Saúde; Farmacêutico; Cuidado Integral; Sistema Único de Saúde; Prática Clínica.
205 resultados encontrados