926 resultados encontrados
| Autores(as) | |
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| HELOÍSA BARBOSA DA SILVA, LORIANA DIAS PAGUNG | helo.barbosa13@outlook, [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| FLÁVIA SIQUEIRA PACHECO | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
A assistência à mulher durante o ciclo gravídico-puerperal representa um dos pilares fundamentais para a promoção da saúde materno-infantil. Nas últimas décadas, tem-se observado uma valorização crescente do cuidado humanizado como prática essencial nesse contexto, destacando-se por abordar não apenas os aspectos biológicos da gestação, parto e pós-parto, mas também por considerar as dimensões emocionais, sociais e culturais envolvidas na experiência da maternidade. Um dos objetivos da Humanização do parto é valorizar a autonomia da mulher, reduzindo intervenções desnecessárias e promovendo cuidados centrados na parturiente, com a enfermagem desempenhando papel fundamental nesse processo. A pesquisa tem por problemática, o questionamento: como a atuação da enfermagem contribui para a humanização do cuidado à mulher durante o pré-natal, o parto e o pós-parto, e quais os impactos dessa abordagem na saúde materno-infantil? O desenvolvimento desta será por meio de levantamento bibliográfico, tendo como fontes de coleta de dados, as plataformas virtuais, sobretudo artigos científicos atualizados e livros ou publicações acerca do tema. O presente artigo tem como objetivo compreender a relevância da humanização na assistência de enfermagem ao longo do ciclo gravídico-puerperal, incluindo o pré-natal, o parto e o pós-parto, além de identificar práticas eficazes que os profissionais de enfermagem podem adotar para oferecer um acolhimento que garanta um pré-natal de qualidade às gestantes. A humanização do parto busca tornar o nascimento mais acolhedor e centrado nas necessidades da mulher, com o enfermeiro desempenhando papel essencial no apoio técnico e emocional. A atuação da enfermagem é fundamental para garantir um ambiente seguro e acolhedor, contribuindo para a redução de intervenções desnecessárias e para a promoção de um parto mais natural e respeitoso. Além disso, destaca-se a utilização de práticas educativas e técnicas não farmacológicas para o alívio da dor, fortalecendo o vínculo entre mãe e bebê. Conclui-se que a qualificação dos profissionais e a adoção de práticas humanizadas são indispensáveis para melhorar a experiência materna e os desfechos na saúde perinatal.
Palavras-chave: Enfermagem obstétrica; Humanização do parto; Cuidado materno; Pré-natal; Pós-parto
| Autores(as) | |
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| ARTHUR CARIELLO MARÇAL DE OLIVEIRA FERREIRA, JEFFERSON ALEIXO SALUSTIANO | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| ALINE ROEPKE LOSS CORREA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
A presente pesquisa analisa a influência das redes sociais na prática da automedicação e no consumo irracional de medicamentos, discutindo os desafios que esse fenômeno impõe à educação em saúde. Com base em uma revisão integrativa de literatura, foi possível identificar que plataformas digitais como YouTube, TikTok e Instagram têm se tornado espaços amplamente utilizados pela população para buscar informações sobre saúde e tratamentos, muitas vezes sem respaldo técnico. Essa realidade favorece a disseminação de conteúdos descontextualizados, induzindo o uso indevido de medicamentos e a adoção de condutas terapêuticas sem prescrição médica. O estudo também evidencia o papel dos influenciadores digitais na consolidação de práticas de autocuidado potencialmente danosas, especialmente entre jovens e pessoas com menor escolaridade. Em contraposição, a pesquisa destaca a importância da educação em saúde na era digital, com ênfase na alfabetização em saúde e no fortalecimento do pensamento crítico como estratégias para mitigar os efeitos da desinformação. Conclui-se que a promoção do uso racional de medicamentos requer ações intersetoriais, políticas públicas robustas e o engajamento ativo da sociedade na mediação da informação em saúde nas redes sociais.
Palavras-chave: automedicação; redes sociais; uso irracional de medicamentos; educação em saúde; desinformação digital.
| Autores(as) | |
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| ELIZIANE NONATO NEVES | [email protected] |
| LEONARDO RICARDO ARAÚJO ALVES | [email protected] |
| RODRIGO ANSELMO DE SOUZA | [email protected] |
Esse trabalho se trata de uma pesquisa da jurisprudência, da doutrina e da legislação, a respeito dos critérios adotados para a análise dos requerimentos dos benefícios assistências, e a evolução da aplicação das normas que regulam a matéria, haja vista que não há consenso entre os estudioso da matéria, quais critérios devem ser observados. O material de pesquisa consultado constitui em sítios eletrônicos de assuntos jurídicos, livros doutrinários relacionados ao tema e também pesquisa da jurisprudência dos tribunais superiores do Brasil. Mesmo com relevantes avanços a matéria ainda não está pacificada e ainda é preciso estabelecer critérios que atinjam os objetivos estabelecidos pela seguridade social.
Miserabilidade, LOAS, Benefício Assistencial
| Autores(as) | |
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| ANDRESSA NICO, JEAN PABLO FAGUNDES DE SOUZA | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| JULIANO KÁCIO ZORZAL | [email protected] |
Este artigo analisa a abordagem interdisciplinar na assistência de enfermagem a pacientes com Doença de Alzheimer, focalizando os desafios enfrentados e as inovações implementadas no contexto hospitalar e domiciliar. A pesquisa fundamenta-se em revisão integrativa da literatura científica, com o objetivo de compreender como a atuação conjunta entre diferentes profissionais de saúde pode qualificar o cuidado e promover a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de seus cuidadores. A enfermagem é apresentada como categoria central nesse processo, por sua atuação contínua, sensível e técnica, exercendo funções que vão desde o manejo clínico até o suporte psicossocial e educativo. Evidenciam-se os principais obstáculos à efetividade do cuidado, como a fragmentação das ações, a escassez de recursos e a sobrecarga dos cuidadores. Em contrapartida, destacam-se práticas inovadoras, como o uso de tecnologias assistivas, terapias não farmacológicas e estratégias de capacitação continuada. Tais recursos demonstram potencial para ampliar a humanização, reduzir agravos e favorecer a autonomia dos pacientes. Conclui-se que a interdisciplinaridade, aliada à qualificação profissional e ao investimento em políticas públicas específicas, é essencial para a integralidade da assistência. O estudo contribui com subsídios teóricos e práticos para o fortalecimento de modelos de cuidado centrados na pessoa, na família e na rede de apoio.
Palavras-chave: Alzheimer; Enfermagem; Interdisciplinaridade; Cuidados paliativos; Inovação em saúde.
| Autores(as) | |
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| MARIA LUIZA BRAVIM PIRES,NASSON ARTHUR MADDALON SOUZA DIAS | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| CARLOS VINÍCIUS ERNANDES PATRÍCIO | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
A utilização rotineira e obrigatória de vacinas tem demonstrado eficácia significativa na prevenção de milhões de óbitos em todo o mundo, sendo ainda responsável pela erradicação completa de algumas doenças em determinados territórios. O presente estudo tem como objetivo analisar a eficácia das vacinas contra varicela e poliomielite no controle, bloqueio e erradicação dessas doenças no território brasileiro. A varicela é uma infecção causada pelo vírus varicela-zoster (VVZ), que acomete exclusivamente seres humanos e alguns primatas, sendo seu desenvolvimento influenciado por fatores como idade, estado imunológico, histórico vacinal e tipo de exposição do hospedeiro. Por sua vez, a poliomielite, popularmente conhecida como paralisia infantil, é uma doença infecciosa causada pelo poliovírus, capaz de provocar paralisia em indivíduos, especialmente crianças. Os achados indicam que a administração adequada das vacinas é altamente eficaz na prevenção das doenças-alvo, contribuindo de forma decisiva para a redução da morbimortalidade e para a manutenção do status de controle ou erradicação no país.
Palavras-chave: Imunobiológico; Poliomielite; Infecção; Prevenção; Imunização.
| Autores(as) | |
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| IVA MARIA DA CONCEIÇÃO VICENTE OLIVEIRA, NATALLIA OLIVEIRA LOPES | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| FLÁVIA SIQUEIRA PACHECO | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
O presente artigo tem por objetivo investigar os principais desafios que mulheres enfrentam no acesso e na qualidade da Atenção Primária à Saúde (APS), com ênfase nas barreiras socioculturais, econômicas e educacionais. A pesquisa analisa questões que impactam diretamente no bem estar e saúde de mulheres, enfraquecendo a eficácia da assistência ofertada e comprometendo o seu direito a saúde. Em relação as barreiras socioculturais, ressalta-se o impacto de normas e valores culturais limitantes ao acesso das mulheres ao cuidado. Muitas vezes esses fatores estão relacionados a estigmas, preconceitos e a submissão da mulher na sociedade, que pode limitar a sua autonomia e dificultar a sua busca por serviços e pelo sistema de saúde. As dificuldades econômicas se traduzem em falta de recursos financeiros ao acesso aos serviços de saúde, como transporte, custos com consultas ou exames, e a necessidade de priorização de outras questões, como alimentação, moradia, e não saúde. Quanto as barreiras educacionais, evidencia-se que o déficit informacional sobre direitos e assistência de saúde limita o acesso das mulheres aos cuidados. A escassez da promoção da saúde, especificamente nas áreas periféricas e em contexto de vulnerabilidade, tem gerado mais doenças evitáveis e negligências com o atendimento médico preventivo. O trabalho conclui que, para transpor essas dificuldades, é primordial a formulação de políticas públicas que levem em consideração as especificidades das mulheres e a promoção da educação em saúde, somada a ação de gerir a demanda de combater desigualdades socioeconômicas e garantir um atendimento equânime e respeitoso nas unidades de saúde.
Palavras-chave: Atenção Primária à Saúde; Barreiras Socioculturais; Desigualdades Socioeconômicas; Educação em Saúde; Direitos das Mulheres.
| Orientadores(as) | |
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| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| PATRÍCIA ESPANHOL CABRAL | [email protected] |
A endometriose é uma doença ginecológica crônica que afeta muitas mulheres em idade reprodutiva, sendo uma das principais causas de dor pélvica e infertilidade. Apesar de sua prevalência, o diagnóstico precoce ainda enfrenta desafios, devido à semelhança dos sintomas com outras condições, à desinformação sobre a doença e às dificuldades de acesso ao atendimento especializado. Esses obstáculos contribuem para atrasos no diagnóstico, comprometendo a eficácia dos tratamentos e a qualidade de vida das pacientes. Este estudo analisa essas dificuldades e seus impactos na saúde física, emocional e social das mulheres. Identificam-se barreiras clínicas, educacionais e sociais, além da necessidade de capacitação profissional e disseminação de informações adequadas para facilitar o reconhecimento dos sintomas. Ações integradas de conscientização, formação de profissionais e fortalecimento das políticas públicas são essenciais para melhorar o diagnóstico, o tratamento e promover um cuidado mais acessível e humanizado, com foco na redução do sofrimento e na melhoria da qualidade de vida das mulheres com endometriose.
Palavras-chave: Endometriose; diagnóstico precoce; desafios; conscientização.
| Autores(as) | |
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| LUCAS DO ROSÁRIO DASILIO SANTANA | [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| FLÁVIA SIQUEIRA PACHECO | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
A gravidez é um momento único na vida da mulher, cheio de emoções marcada por expectativas e significado, porém essa narrativa não contempla todas as dificuldades e expectativas sociais que podem afetar a saúde mental dessa gestante. O presente artigo traz uma reflexão acerca de fatores, como a ausência paterna, a idealização social para “ser a mãe perfeita”, a falta de apoio familiar e as dificuldades financeiras. Podendo gerar o aumento de quadros de ansiedade, depressão e sensação de abandono. Além disso é abordado algumas estratégias para minimizar esse impacto, como fortalecimento de redes de apoio, planejamento materno quando possível, acompanhamento pré-natal ampliado pra questão emocional, grupos de apoio, psicoterapia entre outras formas de cuidado. Este trabalho tem como objetivo elucidar questões acerca do enfrentamento do período gestacional para mulheres com rede de apoio restrita. No decorrer do estudo é apresentada uma contextualização da temática por meio de pesquisa bibliográfica, a escolha se dá devido à natureza ampla dos resultados que não podem ser restritos a fatores unicamente mensuráveis. O objetivo é jogar luz para o tema pouco discutido em termos culturais visando a melhora na qualidade de vida das gestantes.
Palavras chaves: Gestação, saúde mental, rede de apoio.
| Autores(as) | |
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| LUANA FREDERICO DE ALMEIDA MORAES, STÉFANY VITÓRIA PEREIRA | [email protected],[email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| ALINE ROEPKE LOSS CORREIA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
O uso prolongado de benzodiazepínicos configura-se como um desafio relevante para a saúde pública, sobretudo diante dos efeitos adversos decorrentes de sua utilização crônica, como comprometimentos cognitivos, desenvolvimento de tolerância, dependência e prejuízos funcionais. Este trabalho teve como objetivo analisar os riscos associados ao uso contínuo desses medicamentos, com ênfase na farmacodinâmica, nas implicações fisiológicas, nos efeitos adversos e nas possibilidades terapêuticas alternativas. A metodologia adotada foi uma revisão de literatura baseada em publicações científicas nacionais e internacionais, diretrizes clínicas e normativas institucionais vigentes. Os resultados evidenciam que o uso indiscriminado de benzodiazepínicos é agravado pela fragilidade das práticas de prescrição e pela insuficiência de alternativas terapêuticas acessíveis. Conclui-se que a abordagem eficaz dessa problemática exige a articulação entre ações de regulação, formação profissional, educação em saúde e promoção de práticas psicossociais que reduzam a medicalização do sofrimento e favoreçam a reabilitação integral dos sujeitos.
Palavras-chave: Benzodiazepínicos; Uso prolongado; Efeitos adversos; Dependência; Alternativas terapêuticas.
| Autores(as) | |
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| MIRIAN AMÉLIA PIPPER, REDILENE DO CARMO FREITAS RIBEIRO | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| FLÁVIA SIQUEIRA PACHECO | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
A participação da enfermagem durante o parto é fundamental para garantir um procedimento mais humanizado, seguro e que atenda às necessidades da mulher. O presente estudo tem por finalidade analisar a influência da enfermagem sobre os desfechos obstétricos, a experiência dolorosa e o bem-estar psicológico das parturientes, a fim de identificar práticas que favoreçam vivências positivas no parto. Refere-se a uma revisão literária fundamentada em artigos científicos publicados nos últimos anos, que abordam a ação da enfermagem obstétrica em espaços hospitalares. Os indícios demonstram que estratégias como o apoio contínuo, a orientação respiratória, a autonomia de mobilidade, o uso de meios não farmacológicos de redução de dor e o suporte afetivo estão associadas à diminuição da ansiedade e da percepção dolorosa e ao aumento da satisfação materna. Também, a prática qualificada da enfermagem mostrou impacto direto na atenuação do tempo do trabalho de parto, na prevenção de ações irrelevantes e na obtenção de melhores efeitos maternos e neonatais. Ressalta-se que a escuta ativa e o aceitamento das demandas da gestante proporcionam conforto emocional, auxiliando na defrontação dos anseios e inseguranças próprias desse período. Assim, conclui-se que a assistência ativa da enfermagem deve ser reconhecida não somente como um cuidado técnico, mas também como um suporte psicológico e emocional substancial para que o parto ocorra de maneira segura, digna e humanizada.
Palavras-chave: Enfermagem obstétrica; parto humanizado; dor no parto; saúde da mulher; bem-estar psicológico.
| Autores(as) | |
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| MARCELINO NOGUEIRA OTONI, ROBSON DAS VIRGENS | [email protected], [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| ALINE ROEPKE LOSS CORREA | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
Este artigo tem como objetivo analisar o tratamento farmacológico da obesidade, abordando sua eficácia clínica, potenciais riscos e implicações para a saúde pública. Trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, com base em produções científicas nacionais e internacionais publicadas nos últimos dez anos. Foram utilizados descritores relacionados à obesidade, farmacoterapia e segurança medicamentosa, a fim de selecionar estudos relevantes nas bases SciELO, PubMed, BVS e LILACS. Os resultados apontam que, embora os medicamentos possam contribuir para a redução do peso corporal e controle de comorbidades, sua utilização exige prescrição criteriosa, acompanhamento profissional contínuo e integração com estratégias não medicamentosas. Os principais riscos identificados incluem efeitos colaterais cardiovasculares, psiquiátricos e gastrointestinais, além da possibilidade de uso indevido. Conclui-se que o tratamento farmacológico pode ser útil em casos selecionados, desde que inserido em um plano terapêutico individualizado e monitorado. A pesquisa ressalta a importância da atuação multiprofissional e do desenvolvimento de políticas públicas para o uso racional de medicamentos no enfrentamento da obesidade.
Palavras-chave: obesidade; tratamento farmacológico; eficácia terapêutica; riscos medicamentosos; saúde pública.
| Autores(as) | |
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| MARIA KLARA BIANQUINE GOMES | [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| ALEXANDRE JACOB | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| MARCELA TEIXEIRA VIANA | [email protected] |
A aplicação do princípio da boa-fé objetiva nos contratos civis é um tema que possui grande importância e interesse no Direito. A boa-fé objetiva, enquanto uma base fundamental das relações contratuais, exerce um papel essencial dando o impulso para a promoção da igualdade, lealdade e razoabilidade entre as partes envolvidas no contrato. No ramo do Direito Civil, a boa-fé objetiva permeia as negociações, execuções e interpretações contratuais, influenciando diretamente a conduta das partes e as consequências jurídicas resultantes de suas ações. Este princípio, é apoiado em preceitos de honestidade, cooperação e confiança, buscando garantir a justiça contratual e a preservação dos interesses legítimos das partes envolvidas. Nesse contexto, torna-se imprescindível buscar a análise da aplicação prática da boa-fé objetiva nos contratos civis, levando em consideração seus desafios interpretativos, impactos na resolução de conflitos e sua evolução jurisprudencial. A presente pesquisa busca explorar a efetividade e os desafios da aplicação deste princípio, objetivando contribuir para o melhoramento do entendimento e da aplicação do Direito Civil no que tange à boa fé objetiva nos contratos.
Palavras-chave: Princípio boa-fé objetiva; contratos civis; lealdade; confiança.
| Autores(as) | |
|---|---|
| PÂMELLA SCHITTINI DE CASTRO FALCÃO | [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| ANDRÉ DIAS NUNES | Não informado |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| PALOMA SILVEIRA BRAGA E SOUZA SCARABELLI | [email protected] |
Este artigo aborda métodos alternativos de solução de conflitos, dentre esses, a negociação, que consiste em argumentações entre os litigantes, objetivando solucionar o próprio conflito. Esclarese-se também sobre a conciliação, que diz respeito à tentativa de solução de uma lide por meio de um terceiro imparcial. Ademais, estuda-se sobre a mediação, na qual o mediador auxilia os conflitantes a contemplarem novas perspectivas sobre o caso. Entretanto, a ênfase maior está na arbitragem como um dos métodos alternativos mais efetivos na solução de conflitos, na qual há participação de um árbitro que decide o mérito da questão. Nessa conjuntura, são abordadas as particularidades do instituto diante de direitos disponíveis e indisponíveis que, consequentemente, interferem em questões familiares. Analisa-se a questão pelo prisma de vários autores renomados e das legislações vigentes, mostrando-se a efetividade da arbitragem quando aplicada a direitos patrimoniais familiares, tendo em vista que costumam render longos e desgastantes processos. A escolha da arbitragem ocasiona diversos benefícios como a celeridade e eficiênia, além de proporcionar uma relação mais próxima entre as partes. Mas, sua aplicação não é ampla, considerando as particularidades de alguns direitos, como os disponíveis e indisponíveis, que consequentemente atingem os direitos familiares. Diante do exposto, a técnica abordada é grande aliada para a desobstrução do judiciário, benefício das próprias partes e desenvolvimento de toda a sociedade.
Palavras-chave: Arbitragem; solução; conflito; judiciário; familia.
| Autores(as) | |
|---|---|
| ANA BEATRIZ DOS SANTOS DA SILVA | [email protected] |
| Orientadores(as) | |
|---|---|
| ADRIANO VINGI | [email protected] |
| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
O presente trabalho tem como principal objetivo relacionar e discorrer sobre a efetivação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) no dia a dia, abordando os tipos de violências que as mulheres vêm sofrendo ao longo das décadas. O trabalho apontará também os problemas que ainda precisam ser enfrentados quanto a aplicação da lei e acessibilidade para essas mulheres que se encontram em um momento de vulnerabilidade. Além disso, discorreremos sobre a problematização que impedem milhares de mulheres denunciarem seus agressores, apontaremos ao longo do artigo as principais causas que fazem com que elas optem pelo silêncio ao invés da justiça
Palavras-chave: Lei nº 11.340/06; mulher; violência doméstica.
| Autores(as) | |
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| ANA CAROLINA RODRIGUES VIEIRA | [email protected] |
| Orientadores(as) | |
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| GUILHERME MORAES PESENTE | [email protected] |
| SAINT CLAIR CAMPANHA FILHO | [email protected] |
Esse trabalho consiste na analise das regras e discussões acerca da incidência do imposto Sobre Serviços- ISS- sobre as plataformas de streaming. Sendo assim, teve inicio em uma análise conceitual, no qual teve direcionamento teórico dos doutrinadores Sabbag (2023), Alexandre (2023), Paulsen (2022), Carvalgo (2019), Tartuce (2018) e Gonçalves (2011), para que os fenômenos abordados fossem compreendidos. A seguir, o presente trabalho teve por base o ordenamento jurídico, no qual deu o direcionamento para analise infraconstitucional da Lei Complementar 116/03 pela Lei Complementar 157/2016, lei essa que abrange sobre o ISS. Dessa forma, foi feita a alusão entre entendimentos doutrinários especializados e jurisprudências, para que pudesse chegar ao objetivo da incidência do ISS sobre as plataformas de streaming, no qual afronta flagrantemente as regras constitucionais.
Palavras-chave: Imposto Sobre Serviço; Plataformas de streaming; Lei complementar 116/2003; Lei Complementar 157/2024; Entendimento STF.
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